Como seria a sociedade dos nossos sonhos? Justa, impondo os mesmos direitos e deveres a todos os cidadãos? Igualitária, sem haver o preconceito entre religião, gênero, raça ou condição social? Competitiva, que oferece oportunidades a quem têm acesso às redes de informação e aperfeiçoamento profissional? Humana, preocupada com as necessidades e interesses de seus habitantes, procurando promover competências que possam sanar às desigualdades? Oportunista, que valoriza quem tem posses, influência ou nome reconhecido que caracteriza o “berço” ou “prole”? Revolucionária, que organizasse seus habitantes em prol de lutas organizadas pelos seus direitos, destituindo a dicotomia tradicional, hierárquica e estabelecendo o bem comum a todos, ou seja, igualdade, liberdade, fraternidade?
A sociedade dos nossos sonhos, plural e democrática, estaria determinada a construir em sua base a democracia, mas não aquela democracia que está só lá no papel, não, a democracia do poder de opinião, da liberdade de escolha, da integração e inclusão de todos numa sociedade humana e justa, que pode promover a competitividade, mas de forma sadia, sem discriminar as diferentes habilidades e potencialidades, valorizando cada qual com suas aptidões. Uma sociedade pluricultural, em que possa se apreciar e incorporar as heranças deixadas por diferentes povos, valorizar suas crenças, respeitando sua forma de viver.
A sociedade dos nossos sonhos evidentemente não é esta que se encontra aí, que prega valores morais e éticos e o que faz pelo seu povo? Governantes já estão doutores no discurso da oratória, fazendo suas falsas promessas, enriquecendo de forma ilícita aos olhos de todos e colaborando para que o progresso, principalmente no que diz respeito à Educação, seja cada vez mais utópico. Como fazer para que a sociedade que aí está seja igualitária pra todos? Como ela poderá oferecer condições dignas de manter a harmonia e a decência do seu povo? Questões que pedem pra ser refletidas...
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